Quem Somos

Instituto Padre João Emílio

O Instituto Padre João Emílio pertence à Associação de Assistência Social de mesmo nome, uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que oferece ações no âmbito da Proteção Social Básica e atende ao território correspondente ao município de Juiz de Fora. A instituição vinculada a Arquidiocese de Juiz de fora conta com o auxílio de funcionários, voluntários, estagiários e a ajuda da população para se manter. Atualmente, 135 crianças de 6 a 11 anos de idade em estado de vulnerabilidade social, são beneficiadas,no local, pelo Projeto “Comunidade Esperança”.

O projeto tem a finalidade de promover o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida das famílias atendidas, além do fortalecimento de vínculos sociais e comunitários. Através de sua ação, busca estimular a autonomia, a independência e o íntegro desenvolvimento dos atendidos, possibilitando o seu progresso, por meio do exercício da cidadania, com atenção e cuidado às diferenças presentes nas relações interpessoais.

Iniciado na década de 1990 pela Irmã Maria da Graça Diniz Peixoto, o “Comunidade Esperança” oferece, além de reforço escolar, oficinas de dança, artesanato, hip-hop, graffiti e capoeira. As atividades acontecem de segunda à sexta-feira, entre os meses de fevereiro e dezembro, também é possível que as crianças se alimentem adequadamente, com café da manhã, almoço e café da tarde.

O Instituto Padre João Emílio também é a sede do Vicariato para o Mundo da Caridade e recebe, durante o ano, diversos eventos a ele relacionados. Seu espaço também é utilizado para atividades de outros movimentos e pastorais arquidiocesanos.

História

Em 1896, o Padre João Emílio Ferreira da Silva fundava, em Juiz de Fora, um asilo para atender idosos, mendigos e desamparados, a fim de proporcionar-lhes abrigo e sustento. Afetado por grave enfermidade, o sacerdote não conseguiu dar continuidade à obra e acabou doando o estabelecimento, em 1901, por escritura pública, a Dom Silvério Gomes Pimenta, então bispo de Mariana, diocese à qual pertencia Juiz de Fora.

Em 1901, no primeiro Congresso Católico do Brasil, os mineiros presentes levantaram comentários sobre os trabalhos realizados pelas irmãs da Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, de acolhimento de mães solteiras e crianças órfãs ou abandonadas, nas cidades do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo. Eles pediram ao bispo de Mariana que intercedesse em favor da obra do Padre João Emílio.

O religioso atendeu ao pedido e a obra passou a ser responsabilidade das irmãs da Congregação do Bom Pastor. Ao mesmo tempo, de asilo passou a ser chamado de Instituto Padre João Emílio e, mais recentemente, de Associação de Assistência Social João Emílio. Naquela época, o instituto passou a atender mulheres e crianças em situação de risco social e abandono, oferecendo moradia, alimentação, educação e reinserção social.

Em 1990, a Irmã Maria da Graça Diniz Peixoto teve a ideia de criar um espaço para as crianças atendidas receberem também reforço escolar, fazerem refeições e participarem de atividades lúdicas, dando início ao projeto “Comunidade Esperança”. A iniciativa permanece funcionando até os dias atuais.

Em 30 de setembro de 2015, a Congregação das Irmãs do Bom Pastor devolveu o patrimônio e a administração do Instituto Padre João Emílio à Arquidiocese de Juiz de Fora, que, desde então, está dando continuidade ao projeto herdado das religiosas.

Missão, Visão e Valores

Nossa Missão

O Ipje tem como missão prestar atendimento assistencial às crianças em estado de vulnerabilidade social, criando condições e oportunidades que possibilitem a transformação social e inclusão, por meio de práticas esportivas, educacionais e culturais.

Nossa Visão

Ser reconhecida como centro católico de atendimento humano, social e educacional, capaz de contribuir com a transformação social.

Nossos Valores

Valorizar em primeiro lugar a pessoa humana, o comprometimento social, que nasce da fé, a solidariedade, a transparência e o respeito mútuo.