Assistência Social

O Instituto Padre João Emílio procura atender não só as crianças que são assistidas, mas também suas famílias, garantindo a elas uma melhor assistência e para que isto aconteça, contamos com a colaboração de uma Assistente Social que exerce com grande empenho e amor esta função.

Para que você que nos acompanham possa compreender melhor o trabalho, iremos começa a postar aqui no site, uma série de perfis profissionais dos nossos funcionários. O objetivo desta ação é proporcionar a você que nos seguem um pouco mais de conhecimento sobre o que realizamos. E para inaugurar, trazemos um pouco da função de Assistente Social exercida por Daiane Viana.

Daiane é formada pela Universidade Federal de Juiz Fora (UFJF), atua na instituição há seis anos. Sua função é analisar, elaborar planos, programas e projetos para viabilizar os direitos dos assistidos e seu acesso às políticas sociais, como a saúde, educação, previdência social, habitação, assistência social e a cultura. Para que isso ocorra, os atendimentos individuais são constantes, além de visitas domiciliares com olhar humano para as famílias, participações em reuniões da rede sócio assistencial, reuniões externas, atendimentos mensais, conversas informais, prontuários dos usuários, observação, entrevistas sociais, fichas de avaliação inicial, encaminhamentos, registros, acompanhamento dos encaminhamentos e relatórios.

A Assistência Social tem o papel muito importante no IPJE, pois dá suporte as pessoas vulneráveis, por meio de orientação, acolhimento e proteção, visando à garantia de direitos da população e o acesso às políticas sociais. É por meio da escuta qualificada e orientação, tanto com os acolhidos, quanto aos familiares que a assistência social exerce seu trabalho fundamental.

“Daiane relata que no seu dia a dia, ela orienta as pessoas para facilitar o acesso delas aos seus direitos, através de programas sociais e políticas públicas. Proporcionar a todos os atendidos na instituição um espaço de convivência, socialização e desenvolvimento de habilidades nas oficinas oferecidas, e também nas atividades das ações propostas dentro do “Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo.” Algumas políticas públicas são oferecidas as crianças assistidas e suas famílias conforme as diretrizes da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS /93) e Sistema Único da Assistência Social (SUAS /04), de acordo com a área e o segmento atendido pela instituição. Atua diretamente com as famílias compondo a rede de atendimento da política de assistência social com a oferta de serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Atualmente a maior demanda no Instituto é: “Com relação às necessidades das famílias quando são realizadas as matrículas ou acompanhamento familiar são solicitadas com frequência cestas básicas e encaminhamentos para a rede sócio assistencial. Para atender tais demandas orientamos as famílias que se direcionem aos serviços oferecidos pela prefeitura do Município para realizar agendamento e disponibilização dos serviços ofertados por eles ou quando possível atendemos tais demandas na instituição. Há uma grande lista de espera para a entrada de outras crianças, devido a Covid -19 atualmente estamos atendendo 36 crianças no turno da manhã, temos capacidade de atender um número muito maior”.

O Instituto Padre João Emílio tem alguns parceiros que contribuem com o trabalho e o dia dia das crianças e suas famílias, como por exemplo:  Prefeitura de Juiz de Fora, UFJF, Unopar, Programa do Sesc- Mesa Brasil, Gente em primeiro lugar- Funalfa.

E para finalizar a assistente Social Daiane nos conta que as famílias enxergam o profissional como uma pessoa que vai auxiliar nos direitos sociais, ou mesmo uma orientação no âmbito da Assistência Social. A importância dos/as assistentes sociais nas instituições do Terceiro Setor mostrou­-se até aqui plena, sua ação na institucionalização das políticas públicas bem como na luta por garantia de direitos sociais e consolidação do projeto ético­ político são de suma importância para a legitimação teórica, ética e técnica da profissão.

Texto por: Cleucimar de Souza